quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Escamas amarelas




Estas Paredes são da sala da Louise, que queria uma sala mais iluminada.
Com forte influência da pintura oriental, as escamas foram feitas com dois moldes: um disco de vinil na parte menor e um prato fundo de vidro nas bordas.

Dois tons de amarelo da suvinil, C e E.
Me fez querer usar pigmentos naturais. Vou me informar!!!

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Entusiasmo + Conhecimento = Sustentabilidade

Por Jaime Lerner
Planeta Sustentável - 05/2008

O termo sustentabilidade se tornou objeto de desejo de muitos. Porém, nem todos aplicam o seu conceito na íntegra ou de forma correta.

De que adianta apoiar o protocolo de Kyoto se não há empenho para resolver os problemas essenciais à sustentabilidade. Receio também que as pessoas não sejam capazes de diferenciar o que é fundamental para promovê-la em todos os aspectos.

Concordo que a reciclagem e o desenvolvimento de novas fontes são de extrema importância. Até os greenbuildings - moda nos Estados Unidos e que vêm ganhando adeptos no Brasil - são uma alternativa aos efeitos do aquecimento global. Mas até onde iremos com isso?

Hoje vivemos um mundo entusiasta da sustentabilidade, porém não há muito conhecimento.

Acredito que três ações são importantes para se tornar mais sustentável, sendo a primeiro a redução do uso do automóvel. É claro que esse item é possível apenas se obrigarmos os dirigentes públicos a proverem suas cidades de um bom e eficiente sistema de transporte.
Além da melhoria dos transportes públicos, morar perto do local de trabalho é indispensável. Hoje, as cidades estão dispersas e isso gera um grande desperdício de energia, até mesmo a do ser humano.

Outra atividade, e até mais simples, é a separação do lixo. Em minha opinião, a sustentabilidade reside entre o que você poupa e o que desperdiça. É uma equação simples.

Para termos um mundo melhor para as futuras gerações não devemos esquecer do principal, as crianças. Nosso papel é ensiná-las a desenvolver o senso de responsabilidade em relação à sustentabilidade. Essa marca tem de vir dos pequenos, caso contrário eles serão manipulados de acordo com outros interesses.

Jaime Lerner, arquiteto e urbanista, é consultor da ONU para assuntos relacionados a urbanismo

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

texto extraído do semanal Springwise newsletter

encomendando comida orgânica pela internet de fazendas e produtores locais:

Few would dispute the benefits of eating locally grown food, both for the environment and for human health. Access is the challenge, which is why we've seen such goods sold in vending machines, delivered by bicycle and packed in five-dollar bags for commuters. The latest spotting? Local Dirt, a Wisconsin-based site that connects buyers and sellers of locally grown food nationwide.
Farmers and other vendors begin by creating a profile page to promote their produce, as well as listing the quantities and prices of the products they have to sell. Individual and organizational buyers can then search for local food sellers and products in their area—searching by address, ZIP code or via map—and browsing the listings of those near them. Once they've found something they like, buyers can order food for pick-up at farmers' markets or farms. A purchase order is automatically generated and mailed to them for use in picking up the food and paying the seller. Listing, ordering and bidding on items in Local Dirt is free; yearly memberships for more sophisticated features—such as wholesale capabilities—begin at USD 360.
Whether it's by bringing the food to the consumers or the consumers to the food, there's no doubt the resulting boost for local food consumption is a win-win for everyone—and the planet. One to emulate in your neck of the food-producing woods...?
Website: www.localdirt.com
Contact: www.localdirt.com/contact_us-a194.html

Spotted by: Cecilia Biemann

http://springwise.com

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Global change and the Hydrological Cycle

Extraído do - GLOWA - Global change and the Hydrological Cycle (IHP - International Hydrological Programme of Unesco e HWRP - Hydrology and Water Resources Programme of WMO) / German Federal Ministry of Education and Research
artigo dividido em 2 partes português/inglês
article divided into 2 parts portuguese/english

Fortes parcerias para implementar e organizar atividades de pesquisa, que levarão ao desenvolvimento sustentável e soluções de longo prazo.
Parceiros locais e ativistas engajados e interessados, de diferentes disciplinas bem como gestores políticos, a indústria e a sociedade devem ser parte integrada dete processo desde o começo, em ordem de assegurar a aceitação e aplicação dos resultados das pesquisas realizadas.

O GLOWA é uma iniciativa única no estabelecimento de pesquisas estratégicas de longo prazo para mitigar antecipadamente os impactos das mudanças globais no setor das águas.

Bom, sabemos que:
70% da superfície do planeta é formada por água, sendo meons de 3% água fresca potável e desse montante 2/3 encontram-se em forma permanente de glaciais e cobertura de gelo/neve.
É limintada a quatidade acessível para as pessoas e ecossistemas.

Aproximadamente 1.1 bilhões (+-15%) da população não tem acesso a água limpa para consumo.

Cerca de 6.000 pesoas (a maioria crianças menores de 5 anos) morrem diariamente por efeitos do consumo ou uso de água contaminada.

Então temos:

*Mudança climática
*Mudança no uso da terra
*Aumento da população
*Poluição da água
*Aumento do consumo da água per capta

e todos os efeitos adversos nos recursos e qualidades da água disponível do planeta.

Segundo a ONU - World Water Development Report de 2003, ficou estimado que até o meio deste século, 7 bilhões de pessoas em 60 países sofrerão com a escassez da água (numa má previsão) e na melhor hipótese, 2 bilhões de pessoas em 48 países.

Após 2006 com o impulso da agenda 21, a União Européia fez disponível 1,4 bilhões de euros para programas de ações relativas a água, com 25% deste valor vindo da Alemanha.

+continuação em inglês

Because global environmental changes alter the current and future living conditions of people, there is an increasing need to shift research towards more direct practical applications to provide answers to the question raised by stakeholders and decision-makers.

The innovtive part comes within the GLOWA programme, six river catchments were seleced in five projects: Danube, Elbe, Jordan, Impetus (Rivers Drâa and Ouémé) and Volta.
At the outset the projects were developed in close collaboration with scientists and stakeholders from the partner countries.
A common theme was to integrate snd transfer knowled, tools and complex interdisciplinary research results to stakeholders b developing user-friendly decision support systems (DSS). With its main focus on changes in the water cycle under global change conditions and on the problem of water scarcity, research cosidered the great variability in climate, its effects on the biosphere (especially due to changes in water availability.

It is important to combine competence and capacities of natural and social science disciplines to provide sound user orientated techniques and services.

The various GLOWA projects started in 2000 with three separate phases.
1° Involved on-site set up, assembly of measuring systems, data collection and evaluation, alignment of the models to specific research regions and coordination between the participating disciplines.
2° Developed scenarios and tested initial applications of a wide range of simulation models used to make realistic projections of future conditions. A high priority was given to involving local people in this phase to ensure that the simulation systems will serve long term sustainable water management in the respective regions.
3° and ongoing phase,the implementation phase, decision makers in the river basins are being given the opportunity to act out and assess the effects of specific decisions. This final phase also focuses on the transfer of project outputs, infrastructure and scientific tools to the local community of scientists, planners, managers and stakeholders.

Society needs to adapt to changing conditions in a sustainable way taking into account regional living conditions. Strategies have to be developed wich allow for adaptation to change and enable the impac of change to be mitigated, based on a sound knowledge of not only global environmental systems but also their regional setting.

Working together this is possible.

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Rato de laboratório no volante.

Do site G1, enviado por Ana Victoria Garofani.

O Greenpeace protestou no Salão Internacional do Automóvel de Frankfurt, na manhã desta quinta-feira (17).

Vestidos com jaquetas amarelas, os voluntários da organização distribuíam folhetos com um texto agressivo sobre o tema da 63ª edição da IAA. Com isso, eles pretendem chamar a atenção para o fato de que a tecnologia para a produção limpa de automóveis existe, mas não está sendo corretamente utilizada.

"As montadoras devem deixar claro que seus veículos com motores híbridos são apenas pesquisa e não, de fato, formas para um ambiente mais limpo. De que adianta colocar motores menos poluentes em carros que a grande massa não pode comprar. Para que se tenha um mundo verdadeiramente menos poluente, é preciso produzir em grande escala, para a grande massa", afirma o especialista em trânsito e voluntário do Greenpeace, Wolfgang Lohbeck.

A ideia por trás disso é mostrar que limusines e caminhonetes com grandes motores podem até poluir menos, mas não são eles que farão a diferença no futuro. Para que isso aconteça, é necessário que também - e principalmente - os pequenos carros possuam motores com tecnologia limpa. De acordo com Lohbeck, os carros elétricos circularão dentro das cidades, percorrendo apenas curtos trechos, o que não resolve a situação do meio-ambiente e apresentar esses carros como a solução para um mundo ambientalmente mais justo é uma experiência desrespeitosa.
"É perverso. Esses carros não são carros de verdade. Quem é que quer ter que carregar as baterias antes de pegar o carro? E, ainda, ter que parar para recarregar alguns quilômetros depois, quando a bateria acabar? Dizer que esses carros e essa tecnologia é a solução para o futuro e dizer para as pessoas 'comprem esses carros' é usá-las como ratos de laboratório. É preciso deixar claro que isso não passa de pesquisa, mas que está longe de ser realidade", critica Lohbeck.

Segundo o representante da entidade, estudos mostram que, em 2020, cerca de 1 milhão de veículos elétricos estão circulando nas cidades alemãs, o que não representa 1% do total. Além disso, há ainda a exclusividade de quem será capaz de pagar por um automóvel deste tipo, que não é o grande público. "Esses carros têm que ser introduzidos à grande massa", finaliza.

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

11 de setembro

Texto do email de divulgação do show que acontece hoje no Era só o Que Faltava do Real Coletivo Dub. - Santa Produção !

além de atentado "terrorista" de 2001, temos outros fatos que marcam esta data.

Apenas para citar alguns exemplos temos: a tomada de Barcelona pelas forças borbónicas durante a Guerra da Sucessão Espanhola, a fundação da Ingreja Evangélica Brasileira e o assassinatoo do músico Peter Tosh durante um assalto em sua residência.

A quantidade de ocorrencias da data podem formar uma longa lista que começa no século XIII, com a Batalha de Stirling Bridge, e acaba em 2005 com o fim da ocupação militar na Faixa de Gaza por Israel.

E o destaque vai para o Presidente do Chile, Salvador Allende, (*1908 - +1973). O primeiro presidente de república e o primeiro chefe de estado socialista marxista eleito democraticamente na América Latina.

Com sua política "viachilena para o socialismo" o presidente pretendia uma transição pacífica, com respeito às normas constitucionais chilenas e sem o emprego de força, para uma sociedade mais justa, de paradigma socializante.

A atividade foi interrompida em 11 de setembro de 1973, por meio de um sangrento golpe de Estado que derrubou o governo de Allende. Foram as Forças Aramadas, chefiadas pelo general Augusto Pinochet, e com ostensivo apoio dos Estados Unidos, que atacaram o Palácio de La Moneda, num episódio que resultou na morte do líder.

Hoje o grupo Real Coletivo Dub apresenta sua homenagem no Era só o que Faltava em Curitba a partir das 22h.

terça-feira, 8 de setembro de 2009

Regulamentação dos Orgânicos na EU

De acordo com documento oficial de fevereiro de 2009, em Bruxelas, graças a Federaçao Internacional de Movimentos da Agricultura e Produção Orgânica (IFOAM), novas regras foram criadas para padronizar.

Com uma história que começou no final dos anos 80, exatamente em 87 quando a prática de produção orgânica nos países participantes da união européia, abriram espaço para preços competitivos e benefícios em forma do reconhecimento da sustentabilidade.

Novas regulamentações vem sendo escritas desde então, na tentativa de acertar o passo, aspectos legais e impactos em áreas específicas do setor deveriam ser levadas em conta. E foi em janeiro de 2009 que o documento oficial foi finalizado pelo IFOAM - do EU Group.

No documento constam pequenas mudanças na produção vegetal e animal, aspectos de processamento, importações e comercializações, novas áreas de regulação, controle e certificações.

Entre o início do movimento Civil no final dos anos 80, até a formação da comissão oficial do assunto, foi estabelecido em 2004 o fundamental papel da comissão ao parlamento europeu, ditando então a ordem e importância do orgão.

Com reconhecimento político e civil, a união de políticas referentes aos orgânicos ganhou força suficiente para ordenar uma política internacional que determina por exemplo o uso obrigatório de anestesia ou similar em atividades de descorna de bezerros, a proibição de engorda de ovelhas e porcos indoor durante o verão, a categorização de produtos com mais de 95% de ingredientes de agricultura orgânica, a abertura para uma futura política de selos de categoria para restaurantes e afins que deve entrar em vigor no final de 2011 e a possível regulamentação para a indústria textil e cosmética durante esse novo processo.

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

Moringa Oleifera

Para que serve
e os cuidados no uso da moringa



O pó da semente serve como coagulante para clarear água barrenta. Sendo que a bactéria na água é geralmente colada às partículas sólidas o tratamento com o pó da moringa pode retirar de 90 a 98% da bactéria no processo. Para cada litro de água muito barrenta, use 1 semente da moringa, 1 semente serve para dois litros. Pise as sementes em um pilão.
Numa pequena garrafa misturar com uma xícara d'água limpa e balançar por 5 minutos; coar numa peneira. Terá este "Ieite" para misturar com a água barrenta. Misturar este "Ieite" com a água suja, mexer com força durante um minuto, depois mexer devagar por mais 5 minutos.
Cobrir e deixar o barro .colar" na moringa em suspensão e assentar no fundo da lata por 1 hora. Depois é preciso separar a água limpa do ba"o que ficou no fundo da lata. Se a água ficar junta com o ba"o por muito tempo, o efeito da moringa passa e a água volta a ficar suja.

Folhas: Usar as folhas novas ou tirar galhos mais velhas. Pode ser usadas como salada crua ou cozinhada, igual ao bredo (usada assim no Oeste da África). Pode secar as folhas (na sombra para não perder a vitamina A) e amassar no pilão para usar em sopas, molhos, arroz, etc.
As folhas são muito ricas em vitaminas A e S, os minerais cálcio, ferro e cobre, e proteínas, especialmente os ácidos amidos que contem enxofre, muitas vezes em falta. Assim serve como alimento. Para recuperar crianças e adultos severamente desnutridos.

Vagens: Cozinhar quando as vagens estiverem novas, igual aspargo ou vagens de feijão (usadas no Haiti).

Sementes Verdes: cozinhar as sementes verdes, igual a ervilha (usadas na índia).
Flores: Como chá medicinal para resfriados (no Haiti). Pode cozinhar ou assar. As flores tem muito cálcio e potássio.

Raízes: Raspar raizes da planta nova (60 cm de altura) e amassar como tempero, preparada com vinagre e sal (na índia).

Cerca Viva: Cresce muito rápido e produz pouca sombra, planta-se com espaçamento de 1 metro p/ cerca viva.

Fomgem Animal: As folhas são uma ótima ração para o caprino, ovino e bovino, suínos, coelhos e peixe.

Tintura: da madeira se tira uma tinta azul (na Jamaica e Senegal).

Adubo: Após a extração do óleo, o bagaço é rico em nitrogênio e serve como adubo para plantas.

Melifera: As flores produzem muito néctar para abelhas italianas para a produção de mel.

Ornamental: Em muitos países se planta moringa para embelezar ruas e jardins.

Celulose: A madeira é mole, não presta para lenha, mas serve para produzir celulose para papel.

Fibra: a casca da árvore pode ser processada numa fibra para produzir corda ou tapetes

Tanino
: A casca e resina servem para curtir couro.


Resina: A resina produzida de um corte do tronco tem uso medicinal como também de tempero.

Óleo: O óleo foi usado nas civilizações antigas romana, grega e egípcia para fabricação de perfumes e proteção da pele.

Medicinal: Das folhas, flores, vagens, raízes, casca, resina, sementes e óleo tem mais de 60 usos, especialmente na Índia.