quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Rato de laboratório no volante.

Do site G1, enviado por Ana Victoria Garofani.

O Greenpeace protestou no Salão Internacional do Automóvel de Frankfurt, na manhã desta quinta-feira (17).

Vestidos com jaquetas amarelas, os voluntários da organização distribuíam folhetos com um texto agressivo sobre o tema da 63ª edição da IAA. Com isso, eles pretendem chamar a atenção para o fato de que a tecnologia para a produção limpa de automóveis existe, mas não está sendo corretamente utilizada.

"As montadoras devem deixar claro que seus veículos com motores híbridos são apenas pesquisa e não, de fato, formas para um ambiente mais limpo. De que adianta colocar motores menos poluentes em carros que a grande massa não pode comprar. Para que se tenha um mundo verdadeiramente menos poluente, é preciso produzir em grande escala, para a grande massa", afirma o especialista em trânsito e voluntário do Greenpeace, Wolfgang Lohbeck.

A ideia por trás disso é mostrar que limusines e caminhonetes com grandes motores podem até poluir menos, mas não são eles que farão a diferença no futuro. Para que isso aconteça, é necessário que também - e principalmente - os pequenos carros possuam motores com tecnologia limpa. De acordo com Lohbeck, os carros elétricos circularão dentro das cidades, percorrendo apenas curtos trechos, o que não resolve a situação do meio-ambiente e apresentar esses carros como a solução para um mundo ambientalmente mais justo é uma experiência desrespeitosa.
"É perverso. Esses carros não são carros de verdade. Quem é que quer ter que carregar as baterias antes de pegar o carro? E, ainda, ter que parar para recarregar alguns quilômetros depois, quando a bateria acabar? Dizer que esses carros e essa tecnologia é a solução para o futuro e dizer para as pessoas 'comprem esses carros' é usá-las como ratos de laboratório. É preciso deixar claro que isso não passa de pesquisa, mas que está longe de ser realidade", critica Lohbeck.

Segundo o representante da entidade, estudos mostram que, em 2020, cerca de 1 milhão de veículos elétricos estão circulando nas cidades alemãs, o que não representa 1% do total. Além disso, há ainda a exclusividade de quem será capaz de pagar por um automóvel deste tipo, que não é o grande público. "Esses carros têm que ser introduzidos à grande massa", finaliza.

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

11 de setembro

Texto do email de divulgação do show que acontece hoje no Era só o Que Faltava do Real Coletivo Dub. - Santa Produção !

além de atentado "terrorista" de 2001, temos outros fatos que marcam esta data.

Apenas para citar alguns exemplos temos: a tomada de Barcelona pelas forças borbónicas durante a Guerra da Sucessão Espanhola, a fundação da Ingreja Evangélica Brasileira e o assassinatoo do músico Peter Tosh durante um assalto em sua residência.

A quantidade de ocorrencias da data podem formar uma longa lista que começa no século XIII, com a Batalha de Stirling Bridge, e acaba em 2005 com o fim da ocupação militar na Faixa de Gaza por Israel.

E o destaque vai para o Presidente do Chile, Salvador Allende, (*1908 - +1973). O primeiro presidente de república e o primeiro chefe de estado socialista marxista eleito democraticamente na América Latina.

Com sua política "viachilena para o socialismo" o presidente pretendia uma transição pacífica, com respeito às normas constitucionais chilenas e sem o emprego de força, para uma sociedade mais justa, de paradigma socializante.

A atividade foi interrompida em 11 de setembro de 1973, por meio de um sangrento golpe de Estado que derrubou o governo de Allende. Foram as Forças Aramadas, chefiadas pelo general Augusto Pinochet, e com ostensivo apoio dos Estados Unidos, que atacaram o Palácio de La Moneda, num episódio que resultou na morte do líder.

Hoje o grupo Real Coletivo Dub apresenta sua homenagem no Era só o que Faltava em Curitba a partir das 22h.

terça-feira, 8 de setembro de 2009

Regulamentação dos Orgânicos na EU

De acordo com documento oficial de fevereiro de 2009, em Bruxelas, graças a Federaçao Internacional de Movimentos da Agricultura e Produção Orgânica (IFOAM), novas regras foram criadas para padronizar.

Com uma história que começou no final dos anos 80, exatamente em 87 quando a prática de produção orgânica nos países participantes da união européia, abriram espaço para preços competitivos e benefícios em forma do reconhecimento da sustentabilidade.

Novas regulamentações vem sendo escritas desde então, na tentativa de acertar o passo, aspectos legais e impactos em áreas específicas do setor deveriam ser levadas em conta. E foi em janeiro de 2009 que o documento oficial foi finalizado pelo IFOAM - do EU Group.

No documento constam pequenas mudanças na produção vegetal e animal, aspectos de processamento, importações e comercializações, novas áreas de regulação, controle e certificações.

Entre o início do movimento Civil no final dos anos 80, até a formação da comissão oficial do assunto, foi estabelecido em 2004 o fundamental papel da comissão ao parlamento europeu, ditando então a ordem e importância do orgão.

Com reconhecimento político e civil, a união de políticas referentes aos orgânicos ganhou força suficiente para ordenar uma política internacional que determina por exemplo o uso obrigatório de anestesia ou similar em atividades de descorna de bezerros, a proibição de engorda de ovelhas e porcos indoor durante o verão, a categorização de produtos com mais de 95% de ingredientes de agricultura orgânica, a abertura para uma futura política de selos de categoria para restaurantes e afins que deve entrar em vigor no final de 2011 e a possível regulamentação para a indústria textil e cosmética durante esse novo processo.